segunda-feira, 28 de julho de 2014

Folhas a voar

Foto: Gui Venturini

O vento levou as folhas que estavam caídas no colo quente da terra ardente que cultivava em seu ventre as raízes de uma árvore que deixou de ser dona das mesmas folhas que voaram. As folhas se libertaram dos galhos que as seguravam e aprisionavam em um único lugar, as folhas ganharam a liberdade e passaram a conhecer todos os lugares onde o vento as levou.

As folhas que estavam juntas passaram a se afastar uma da outra, o vento que vinha do sul, encontrou com o vento do norte, que distribuiu folhas para todos os lados e as folhas foram se perdendo.

O que era unido passou a conhecer o seu mundo sozinho, o vento as deu a liberdade, mas o tempo a sua diversidade. As folhas deixaram de se encontrar e, cada uma, encontrou um lugar, lugar esse que as levou para longe e as deixou solitárias e, cada uma delas, conheceu a solidão e passaram a secar.

As folhas novamente adubara a terra que um dia aqueceu o ventre da árvore que as criaram, mas desta vez, em outro lugar, longe da vida que foi criada.

Voltar não poderá, apenas irá adubar para novamente ver folhas a voar.


quinta-feira, 10 de julho de 2014

O sentido de amar

Foto e Arte Digital: Gui Venturini

Pode ser guardado, pode ser explícito, pode ser da forma que você quiser, só não pode ser para sofrer.

O amor é um sentimento único que divide a razão do coração, que se faz unânime na forma de gostar. Eu gosto de ser amado, como amo, amar também, o amor, é algo que está imbuído em todos nós, mas todos nós protelamos a entender e oferecer.

Entender o amor é a mesma coisa de querer entender a criação, não existe uma explicação, apenas o sentir de uma imensidão de sentimentos e desejos. O amor é inexplicável, é algo a sentir e compartilhar, dividir e querer, não é medo, é apenas o desejo de ser feliz.

Sejamos felizes amando todos a nossa volta, não possamos ser egoístas, precisamos ser multiplicadores do amar, pois a essência do amar esta no DNA de todos nós.

O meu amar está em cada palavra descrita aqui, está no meu jeito de ser, está na minha forma de viver. Por isso, eu amo, amo tudo que está ao meu redor.

Ninguém precisa sofrer por amor, pois o amor é algo a oferecer e não o querer a receber, queremos ser amados? Sim, queremos, mas precisamos entender que o que é oferecido, não pode ser cobrado.

Ame pelo desejo único de amar e, não pela duplicidade de receber algo em troca, experimente e sinta o amor tomar conta de todo o seu ser.

Eu experimentei...


terça-feira, 1 de julho de 2014

O rock nacional revigorado

Foto:  Alex Carvalho/Globo

Há algum tempo deixei de assistir programas da Tv aberta, pois não vejo apelo algum em aproveitamento e em ensinamento, mas há alguns dias conheci o Super Star, reality de bandas exibido pela Rede Globo, neste caso, posso dizer que viva o Super Star, pois a qualidade musical é imensurável, mas o que me faz escrever é a Banda Malta, banda esta que está revigorando não só o rock, mas os roqueiros, amantes da musica e principalmente do rock nacional que ultimamente deixou muito a desejar. Antes todos os desordeiros, vagabundos e desocupados fossem como a Malta, significado do nome Malta e não o pensamento sobre a banda.

Banda Malta, identificação não apenas com a canção, mas sim, de alma e coração, foi paixão em ouvir; letra, música e melodia, foi amor na sonoridade de caminhar por vários lugares e se encontrar na unidade comum chamada música. Heavy Metal nacional, um dia, poderíamos dizer que seria impossível, mas hoje, podemos dizer que estamos nos reinventando na musica e, a Malta, passa ser esse divisor de águas.

Depois do Don Paulinho Lima que foi eliminado no The Voice Brasil, esperamos que não aconteça com a Malta, pois o que é bom vem pronto e, não é preciso reinventar.

Parabéns Malta, sucesso e, que nós roqueiros, possamos conhecer essa “Nova História” e saborear do bom e velho/novo rock n´ roll nacional no som, Malta de ser e, ouvir.


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